segunda-feira, 18 de junho de 2007

Motorola quer celular abastecido por energia solar

A Motorola registrou uma nova patente de uma tecnologia que poderia usar a energia solar para abastecer a bateria de um telefone celular com ajuda de uma versão modificada de visor de cristal líquido.

Embora a idéia não seja nova, a Motorola afirma que resolveu o problema que impedia que uma quantidade suficiente de luz pudesse ser captada para carregar realmente o dispositivo.

Através de uma modificação no tipo de cristal líquido utilizado no visor LCD de um aparelho, a Motorola acredita que seria capaz de captar 75% ou mais da luz refletida no aparelho. A composição utilizada nos visores atuais possui um refletor metálico responsável pela iluminação da tela, mas que diminui a capacidade de captação de luz para menos de 6%.

Outras soluções para o problema já haviam sido patenteadas anteriormente, mas a alternativa da Motorola é anunciada como mais aceitável do ponto de vista comercial.

O objetivo final da companhia seria desenvolver um dispositivo que pudesse ficar carregado indefinidamente, sem a necessidade de usar carregadores e plugá-los em uma corrente elétrica.

A patente da Motorola também aborda brevemente como baterias solares poderiam ser adicionadas a visores OLED e telas sensíveis ao toque.

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Dá pra acreditar?

No Brasil o resultado seria parecido, mas pelo menos podemos dar a desculpa que os índices de desigualdade social são os maiores do mundo e o ensino é uma merda.E lá?



Ah... e olha o líder!
(observe o relógio dele no vídeo em 0:50 e em 1:10)

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Um futuro livre do emaranhado de fios e cabos necessários para ligar aparelhos eletrônicos parece estar mais próximo.



Em experimento, lâmpada foi acesa a dois metros da fonte de energia
Cientistas americanos conseguiram transmitir com sucesso eletricidade entre dois aparelhos sem o uso de cabos ou fios.
No experimento, realizado por pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e relatado na revista científica Science, foi acesa uma lâmpada de 60W localizada a dois metros de distância da fonte de energia.
Segundo os cientistas, essa tecnologia, chamada de "WiTricity" em inglês (ou eletricidade sem fio, em tradução livre), se vale de elementos básicos da física e pode ser usada em outros aparelhos, como laptops.
"Não há nada nessa tecnologia que impedisse que fosse inventada 10 ou 20 anos atrás", afirmou o professor John Pendry, do Imperial College London, que assistiu aos testes.
O professor Moti Segev, do Israel Institute of Technology, considerou o experimento "realmente pioneiro".
A equipe de cientistas já havia desenvolvido uma teoria a respeito dessa tecnologia em 2006, mas esta foi a primeira vez que foram feitos experimentos.
O sistema funciona criando um campo magnético entre duas bobinas de cobre, uma na fonte de energia e outra no aparelho eletrônico (a lâmpada, no caso do experimento).
A lâmpada foi acesa mesmo quando foram colocados objetos entre ela e a fonte de energia.
Segundo os pesquisadores, o sistema se utiliza do princípio da ressonância, que faz com que um objeto vibre com a energia de uma determinada freqüência.
Quando dois objetos têm a mesma ressonância eles trocam energia sem afetar os outros objetos ao redor.
No experimento, foi explorada a ressonância de ondas eletromagéticas de baixíssima freqüência.
De acordo com o professor Pendry, o uso de ondas eletromagnéticas de baixa freqüência também garante a segurança do sistema, que não apresenta riscos significativos à saúde humana.
Os cientistas chegaram a se posicionar entre a fonte de energia e a lâmpada para provar que era seguro, apesa de ainda não se ter estudos sobre possíveis efeitos de longo prazo.
Repórter:Leão
Fonte:BBC Brasil

sábado, 9 de junho de 2007

Só para complementar

Desde sua criação a evolução do linux tem sido rápida, e não é de se estranhar se dentro de alguns anos todo computador vier com um adesivo de um pinguim colado no gabinete.
Como hoje não terei tempo de escrever um artigo pra cá, fica esse vídeo pra complementar o que o Imperador disse:

A briga dos softwares

Ae galera decidi começar o nosso blog com um artigo flando sobre o software livre, já que essa é uma discussão que ainda vai longe,  ainda mais porque o  software livre está começando a encomodar grandes empresas do ramo.


       "O computador é dividido em duas partes: o hardware e o software. Hardware é a parte física, ou seja, tudo aquilo que possa ser tocado, como por exemplo, o mouse, o teclado, o monitor, etc. Software é parte lógica, ou seja, os programas do computador.

       Os códigos do computador podem ser binários (zeros e uns que somente a máquina consegue entender) ou escritos em linguagens de programação ( que é aquela que o homem consegue entender). O compilador converte a linguagem que o homem entende para aquela que o computador entende.

       O Software Livre é aquele que o usuário tem acesso a linguagem que ele consegue entender. Em outras palavras: é aquele que você tem acessos ao código fonte. No software proprietário, o fabricante do software somente te entrega o código binário, que somente a máquina entende.

       Com o passar dos anos o computador tornou-se um produto de fácil acesso para muitas pessoas, além de ser também uma ferramenta fundamental de trabalho para outras. Para manter o poder sobre o usuário muitas empresas resolveram não mais disponibilizar o código-fonte de seus softwares e criaram licenças altamente restritivas.

       Não concordando com isso, na década de 80, um grupo de hackers programadores do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachussets, nos EUA) começou a criar uma plataforma de software totalmente livre, onde todos pudessem ter acesso ao código fonte dos programas e aprender como realmente os programas eram feitos.

       Antes de mais nada, hackers são pessoas com princípios éticos, que estão atrás da informação, onde esse termo hacker caracteriza qualquer pessoa com elevado conhecimento técnico, diferentemente dos crackers e dos defacers, que são “criminosos digitais”. Quanto mais contribuições o hacker oferece para a comunidade, mais status ele adquire.

       Quando falamos em Software Livre, não quer dizer que estamos falando de um produto gratuito, mas sim de um produto que te dá liberdades. Na verdade 04 liberdades: liberdade de executar o programa; liberdade de estudar como ele funciona e adaptá-lo conforme suas necessidades, onde para isso um pré-requisito necessário é o acesso ao código fonte; liberdade de poder distribuir cópias de uma maneira que consiga ajudar ao próximo e acabar com a pirataria; liberdade de aperfeiçoar o programa, mas também, de deixar os aperfeiçoamentos livres para todos os outros que queiram usar.

       Baseado nessas liberdades, um dos programadores do MIT, Richard Stallman, fundou o Projeto GNU. Onde ele redigiu uma nova licença de uso chamada GNU GPL (GNU General Public License), onde todo software GPL é um software livre. Dentro da GNU GPL a única condição para que as pessoas pudessem usufruir desses direitos é sempre mantê-los livres. Mas é importante lembrar que esta licença não proíbe a venda de Software Livre.

       Um dos softwares livres mais conhecidos – o Linux – foi criado pelo finlandês Linus Torvalds, que por conta própria desenvolveu o núcleo (Kernel) de um sistema operacional, que em conjunto com softwares do projeto GNU, gerou o mais conhecido sistema operacional livre, o GNU/Linux.

       Quando falamos em Software Livre, é interessante falarmos sobre os direitos autorais e copyright também. Onde o copyright tem como objetivo dar exclusividade de edição de materiais de imprensa escrita aos seus detentores. Não é necessário ser o autor da obra para deter o copyright. Direito autoral não é igual a copyright.

       O direito autoral é o direito que o autor tem de deixar seu produto sobre um copyright, sem estabelecer regras de uso, cópia e distribuição. Por exemplo, você desenvolveu um software e concorda em ceder o copyright, onde ele abre mão de como será usado, copiado e distribuído o programa, mas não deixa de ser o autor e pode reclamar pelo seu software, caso ele seja usado para um fim que não está de acordo com suas regras.

       Sincronizando o copyright e os direitos autorais. O copyright atribui donos ao software, e os direitos autorais, estabelecem regras de distribuição da obra. Ambos permitem que o detentor estabeleça regras para uso e distribuição. Essas regras são chamadas de licença de uso, e são elas que permitem se um software pode ou não ser distribuído gratuitamente, se pode ser copiado e etc.

       O software livre não é necessariamente de domínio público, onde um programa de domínio público é aquele em que o criador não faz questão de seus direitos de autoria e de licença de cópias. Onde quem estiver de posse do código, pode modificar do jeito que desejar, sem ter que obedecer a nenhuma restrição.

       No Software Livre, o autor do software pode resguardar seus direitos de criador, mantendo livres o uso do código fonte. O termo copyleft, é uma espécie de trocadilho com a palavra inglês, onde diz “deixe copiar” ao invés de “direito de cópia”, mas este termo não tem um significado legal.

       Enfim, o interessante é que boas idéias sejam utilizadas, para o benefício, onde todos possam usufruir dessas idéias."


Fonte: A cartilha de software livre - ENEC

Pathiene Gerstenberger Beirigo

Postagem de teste

Olá pessoas!!!!!!!! o/